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Proposta que promove o turismo entra em debate.

A proposta de Delgado estabelece exonerações aos investidores.

Exatamente seis meses depois de ser apresentado no plenário da Assembleia Nacional pelo deputado Hernán Delgado, o projeto de lei 481, que dita normas de incentivo para aumentar a atividade turística, iniciou o segundo debate parlamentário com a ausência do ministro de Turismo Salomón Shamah.

A iniciativa busca incentivar a hospedagem pública-turística, os investimentos hoteleiros e suas atividades complementares como quadras de golfe, tênis, "spa", ginásios, discotecas, restaurantes, centros de convenções, marinas e piscinas.

Com a aprovação desta lei, os projetos hoteleiros, que forem construídos fora do distrito de Panamá terão exoneração de impostos de importação por 20 anos, igualmente se eximirão pela mesma quantidade de tempo os real state impostos , melhoras e operação de docas ou aeroportos edificados pela empresa.Tão pouco deverão pagar impostos sobre o aluguel, por um período de 15 anos.

A chefe de Registro Nacional de Turismo, Magda Durán, explicou que a iniciativa também estabelece que os gastos, que incorrem os investidores em restaurar ou dar manutenção aos bens públicos, como monumentos e parques, serão considerados como um gasto dedutível.

A funcionária mencionou que se pode incluir mais atividades, que podem utilizar os municípios para tratar de atrair investimento de empresas, ou pessoas, que o gasto dedutível , lhes seja produtivo.

O projeto consta de 25 artigos e os deputados oficialistas esperam aprová-lo antes de que finalize esta legislatura.