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O Biomuseu é erguido

Parafusos, rebites, vidro, tinta e toneladas de concreto e metal se combinam  e se interpenetram ,aproximando-se cada vez mais da criação do arquiteto Frank Gehry: o Museu da Biodiversidade, melhor conhecido como o Biomuseu.

A estrutura que se levanta desde maio de 2004, em frente a orla de Amador, apresenta próximo de 92% de progresso e 5 de suas 8 galerias levam meses sendo atualizadas, afirma Margot López, coordenadora de comunicação da Fundação Amador, gerente do museu.

As galerias Panamarama, A ponte surge, A grande mudança, A pegada humana e a Biodiversidade têm mais de 50% de seus trabalhos concentrados, dando toques de história, que cada um alojará.

Já se conta com aproximadamente 100 estátuas de animais, que habitarão nos 14 metros de altura de EL Puente, surge e também se prepara a versão definitiva do filme, que nas 14 enormes telas de Panamarama oferecerá experiência visual e sonora ao espectador da fauna e flora panamenha, detalha López.

Com o circuito por estas cinco galerias, o Biomuseu começará sua operação em meados de 2013.

As três restantes: Oceanos divididos, a rede viva e Panamá é o museu, se incorporarão a rota de exibições entre 2014 e 2015, estima López.

De acordo com estudos que a Fundação Amador lida, uma vez comece as funções, o museu fornecerá $65.9 milhões ao PIB, no primeiro ano, e $329.5 milhões, durante cinco anos de ação.

Ainda não se conhece o custo total da obra.