Atividade
“O evento, que tem duas décadas, se iniciou modestamente e nele só participou um punhado de pescadores artesanais, hoje é muito concorrido e esperado por esta população e pelos turistas”, destacou Maribel González, que junto com a sua família leva adiante a atividade, que para os pescadores é um reconhecimento a seu esforço diário.
Disse que nos últimos anos, cerca de 100 pescadores têm chegado de San Carlos, Santa Clara e Río Hato, para participar com suas lagostas, com a esperança de obter um prêmio que na retrospectiva, seja de ajuda em seu trabalho, já que os que ganham, lhes são entregues redes, cordas, bóias, capas e até de microondas, televisores ou sacos de arroz.
Indicou que é uma competição aberta, na qual não tem que se inscrever, só apresentar-se com a lagosta e esperar a que meça mais, desde o rabo, até as antenas da frente, é a vencedora.
Edgar Bethancourth é um jovem pescador, que se dedicou durante uma semana a buscar a lagosta maior e a pegou na praia de San Carlos, a mesma mediu 17 polegadas e meia e pesou cinco libras.
Manifestou estar contente pela celebração do festival, que premia o trabalho dos pescadores.
Ganhador
José Rodríguez, ganhador do segundo lugar, revelou que conseguiu capturar seu exemplar no lugar conhecido como La Pacora, um pouco longe da praia, buscando a exclusividade.É o segundo ano que participa da competição e consegue obter um dos prêmios.
Manifestou a sua alegria de ver a grande quantidade de trabalhadores do mar reunidos, animando uns aos outros, comemorando e desfrutando de um momento de convivência com outros homens, que no dia a dia se deparam com a vida no mar.
Córdoba informou que os organizadores do festival optaram por premiar os oito pescadores, que levaram a lagosta maior, já que premiar só três seria injusto.
Ao pequeno empresário do setor, Saturnino Córdoba, lhe correspondeu avaliar, observar e medir cada uma das cinquenta lagostas, que participaram na competição.



