“Queremos regular e certificar as normas que beneficiem tanto aos cetáceos como a indústria de turismo para assim evitar o que tem passado em outros países, onde devido à observação sem regras claras, as baleias se assustaram e não regressaram nunca mais”, expressou Ernesto Orillac, sub-administrador da ATP.
Orillac pormenorizou que a ATP tem sustentado reuniões com organismos ambientais como Albatroz e Mar Viva, com o propósito de “agrupar normas internacionais e adaptá-las ao Panamá”, e ressaltou a capacitação que esses grupos têm dado aos pescadores e capitães de embarcações para realizar o turismo de observação de baleias.




