“Vir para cá( Cuba), dançar muito mais e ampliar meu repertório é uma oportunidade incrível, que não podia deixar de aproveitar”, disse Navarro, de 24 anos e ex-bailarina do Balé Nacional de Panamá, citada pela agência.
“O público pode esperar de mim muita paixão e uma entrega total”, adicionou a artista, formada nos Estados Unidos, pelo mestre russo Stanislav Issaev. Navarro interpretou o ano passado com a companhia panamenha os papéis centrais de " Quebra-nozes"e"La Bayadère", e “entre seu desejos pendentes figura dançar o delicado Cisne branco e o malvado preto, no clássico “ O Lago dos cisnes”, disse a Imprensa Latina.
A artista panamenha atuou em finais de 2012, no Festival Internacional de Balé de La Havana, ocasião em que seu interesse pelo Balé Nacional de Cuba, chegou aos ouvidos de sua fundadora e diretora, Alicia Alonso, e de seu marido e diretor do Museu da Dança, Pedro Simón.
“O casal viu uma de suas apresentações no evento, (y) há pouco tempo, a jovem recebeu o convite”, para integrar-se ao Balé cubano, informou a agência.
O convite foi “acompanhado de uma crítica ao seu nome artístico, Manuelita, que lhe parecia demasiado extenso e infantil para Alonso”, pelo que a bailarina decidiu passar a chamar-se Manu, indicou a Imprensa Latina.
O Balé Nacional de Cuba, que tem alcançado renome internacional e tem dado numerosas figuras de relevo mundial,fará este ano, turnês, pela Espanha e México, além de exposições e funções especiais na ilha, para celebrar seus 65 anos, assim como os 70 anos da primeira interpretação do clássico “Giselle”, que realizou Alicia Alonso, que tem 92 anos.
Também é possível que realize turnês para a Guatemala e Nicarágua, segundo informou recentemente Simón.
Agradeço a:
@EstrellaOnline




