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Casi 1,35 millones de personas visitaron Panamá entre enero y octubre de 2010, entre turistas (el 80%), pasajeros de cruceros (16 por ciento) y visitantes del día (4%), un 10,3%más que en el mismo período de 2009, según las últimas cifras difundidas por la Autoridad de Turismo de Panamá (ATP).

De los 1.348.439 visitantes, 1.079.901 eran turistas, es decir, que pasaron al menos una noche en el país, según los criterios de la Organización Mundial del Turismo. De entre los turistas europeos, la mayoría eran españoles.

Estos turistas estuvieron en Panamá una media de nueve días y gastaron cada día 113 balboas (83 euros), gracias a lo cual este país centroamericano registró el gasto turístico más elevado de la región, según la ATP.

Las divisas generadas por el sector del turismo alcanzaron los 1.368 millones de balboas (1.005 millones de euros), lo que supone un aumento del 14,2% respecto al año anterior.

Durante un acto en Madrid previo a la inauguración de la Feria Internacional de Turismo (FITUR), el ministro panameño de Turismo, Salomón Shamah, ha resaltado el hecho de que la guía de viaje Lonely Planet haya elegido Panamá como uno de los diez países que recomienda visitar este año.

Por su parte, el viceministro, Fernando de León de Alba, ha detallado los distintos ejes de promoción de la oferta turística: historia y cultura, ecoturismo, deporte y aventura, Ciudad de Panamá, sol y playa y etnias indígenas.

Shamah ha recordado que, desde el pasado octubre, Iberia ofrece vuelos directos entre Ciudad de Panamá y Madrid. La aerolínea española ofrece cuatro frecuencias semanales y ha permitido reducir la duración del trayecto en más de cuatro horas --ahora son diez de ida y diez de vuelta--.

También ha indicado que los extranjeros que visitan Panamá están cubiertos por un seguro de accidentes y emergencias médicas gratuito desde el momento en que llegan al Aeropuerto Internacional de Tocumén y durante los 30 días siguientes.

En el stand de Panamá en Fitur se mostrarán los últimos proyectos hoteleros de lujo que se están desarrollando y se destacará especialmente el turismo de cruceros. Se espera que en esta nueva temporada lleguen al país centroamericano 185 cruceros y 320.000 pasajeros.

Tres parques naturales patrimonio de la humanidad. Hoteles cinco estrellas en una ciudad moderna, pujante y llena de vida nocturna. Dos volcanes dormidos. Avistamiento de aves en la selva tropical. Deportes de aventura. Casi tres mil kilómetros de playa. El canal. Un paseo en el tren interoceánico para visitar el mar Caribe y la costa Pacífica en sólo una hora de recorrido. ¡Esto y mucho más podrá visitar en Panamá!
 
Este país centroamericano, que limita con Costa Rica y Colombia, llegó con todo a la Feria Internacional del Turismo, Fitur, del 19 y el 23 de enero en Madrid. Y la tarde del 18 de enero sus delegados (ministro de turismo y viceministro) le mostraron a los asistentes a un evento en el hotel Puerta de América, todas sus maravillas.
 
Una naturaleza exótica, 21 museos, el Panama Jazz Festival (del 10 al 15 de enero), los carnavales (del 4 al 8 de marzo); el ATLAPA, el centro de convenciones más grande de Centro América; el fuerte de San Lorenzo y el Parque Arqueológico de la Panamá La Vieja; las molas de tela que fabrican sus artesanas de la etnia kuna, las hermosas polleras (faldas tradicionales), el archipiélago de La Perla y Bocas del Toro (en la foto) son otros de sus atractivos.
 
En Fitur 2011 el estand panameño contará con la representación de danzas típicas y de tejedoras que confeccionan a mano las polleras (en la foto) y las peinetas del traje típico.
 
UN PAÍS TRES EN UNO
 
 “Es un país tres en uno”, dijo el viceministro Fernando León en Madrid. “Geográficamente estamos en Centroamérica, pero históricamente somos de Suramérica (perteneció a la Gran Colombia que liberó Simón Bolívar) y culturalmente somos caribeños”.
 
Sin duda Panamá es un país especial, lugar de encuentro de viajeros provenientes de muchos parajes del planeta, que se encuentran ahí para cruzar el Canal interoceánico y que propician el multiculturalismo.
 
Y además, orgullosos de sus indígenas: “Somos quizá el único país de Latinoamérica que tiene cinco comarcas indígenas que hacen parte de su mapa político. Valoramos nuestras etnias”, explicó De León.
 
Las coloridas molas, tejidas por los indígenas kuna son la artesanía más importante del país.
 
Fuente: PATRICIA MEDRANO, enLatino.com (Link)
 

Panamá tem um clima tropical. As temperaturas são relativamente altas e variam pouco ao longo do ano. Durante o dia na cidade do Panamá, as temperaturas variam entre 24 ° C (75,2 ° F) e 29 ° C (84,2 ° F). No Pacífico, as temperaturas são geralmente mais baixas do que no Caribe. Nas terras altas e montanhosas, as temperaturas são geralmente mais baixas. Por exemplo, no planalto de Boquete e Chiriqui Volcan as temperaturas chegam a 50 graus Fahrenheit.

Cidade do Panamá: O clima é quente (31 graus C), variando entre 80 e 95 graus Fahrenheit.
Região montanhosa: O clima se mantém (23°C) entre 65 e 85 graus Fahrenheit.
Praias: O clima é quente (31°C), variando entre 80 e 95 graus Fahrenheit.

Tempo por região:

Província de
Chiriquí

Clima:
O clima ameno da região serrana é característico das áreas mais elevadas da província desfrutado plenamente em Cerro Punta, Volcan e Boquete. Nessas áreas, a chuva é abundante, quase nove meses por ano, o que contribui para um clima mais agradável da região. A diversidade do clima faz Chiriqui ser uma das províncias mais produtivas do país. O café de Boquete, tanto quanto as laranjas, estão entre os melhores, com os morangos de Cerro Punta.

Província de Veraguas
Clima:
Seu clima é tropical úmido nas áreas mais baixas e temperado, muito úmido na área da cordilheira.
As temperaturas mais baixas da província são em torno de 22° C nas terras altas da cordilheira, e as mais altas temperaturas médias são próximas de 27°C nas terras baixas.

Província de Los Santos
Clima:
A província de Los Santos tem um clima tropical de savana. Sendo coerente com ela, nas costas encontramos a floresta seca montanhosa,a floresta úmida montanhosa e a floresta seca tropical , situação que não impede que nas terras altas se estabeleçam micro climas correspondentes a outro meio ambiente , tais são os casos de Canajaguay e Cerro Hoya.

Província de Herrera
Clima:
O clima na província de Herrera é variado. Você pode encontrar tanto clima úmido como temperado. Nas áreas montanhosas pode encontrar um clima mais temperado, áreas como Cerro de Tijera, Cerro de Peñón, Cerro Largo, Cerro del Ñuco e La Loma.

Você também vai encontrar clima úmido quando viajar para as planícies de Santa María e Ocú, assim como em áreas próximas à costa como por exemplo a cidade de Chitré.

Província de Coclé
Clima:
No relevo de Coclé encontramos um amplo setor de terras baixas, as quais possuem um clima árido.Outra área é o planalto localizado ao norte da província onde passa a cordilheira central do istmo, o clima nesta região é úmido e árido em partes.
Cruzam estes territórios amplos rios cujo nascimento é na cordilheira e o lado sul do ponto crucial da cordilheira.

Província de Colón
Clima:
Tropical úmido, com uma diversidade natural de flora e fauna, que identifica esta região pelas águas que nos oferece o Atlântico que permite a entrada no Canal do Panamá. Zona Franca e Porto de cruzeiros que nos convidam a desfrutar de uma viagem no cruzamento das paisagens coloniais em uma tarde de verão.

Província de Darién
Clima:
Darien é uma região muito úmida e chuvosa. Este fator, juntamente com a população escassa, é determinante para a conservação da fauna e flora, como é uma das regiões mais ecologicamente diversas do nosso planeta.
Sua floresta, declarada Reserva da Biosfera e Parque Nacional, é também conhecida como o Tapón Darién, a Amazônia panamenha. Este parque é a maior e o segundo em extensão da América Central.Além disso, ele constitui-se em um corredor biológico em que se misturam espécies tipicamente tropicais com outras ecozonas.

Província de Bocas del Toro
Clima:

O clima em Bocas del Toro é quente e tropical, predomina uma temperatura média de 30 a 35 graus Celsius e mínima de 18 graus. Quase toda a província tem esse clima tropical muito úmido . Nas terras altas se apresenta o clima temperado.
As múltiplas raízes culturais do Panamá criaram um país expressivo e colorido. Essa particularidade se reflete nas peças de artesanato local, algumas tradicionais e outras mais contemporâneas. Os artesanatos panamenhos criaram uma maravilhosa coleção de peças de todo o tipo, para que os visitantes levem boas recordações de sua viagem. Algumas destas obras são verdadeiros objetos de arte, como os produzidos por grupos indígenas com diversos materiais como madeira, fibras têxteis e sementes vegetais. Os desenhos destes artesanatos, geralmente inspirados na arte pré-colombiana, são criações esplêndidas da mais fina estética.  
O território das etnias Emberá e Wounaan é a selva darienita, até onde se pode chegar por ar ou por mar em pequenos barcos. Nas áreas próximas da cidade do Panamá, no entanto, existem povos dessas duas etnias. Os primeiros se podem ver nos povoados de Parará Purá e Drúa, no Lago Alajuela próximo ao Canal do Panamá. Os Wounaan têm vilarejos nas proximidades do rio Chagres, também na área de canais, nos povoados de San Antonio, Mocambo e Ella Purú. Outros assentamentos próximos da capital estão próximos das imediações de Chepo, caminho até a província de Darién, entre eles a comunidade Emberá Ipetí. Nestas comunidades se vive tal como em Darién, com seus costumes, suas comidas e seus belos artesanatos.
A melhor maneira de conhecer os Kunas é viajar até seu território, um paraíso marinho na costa do Caribe a uma hora de voo a partir da cidade do Panamá. Também se pode chegar por estrada até a comunidade de Cartí. Uma vez no território Kuna, há dezenas de ilhas a escolher, cada uma delas com lindas praias de areia branca e águas de intenso verde mar, rodeadas de palmeiras. Esta etnia também habita as regiões selvagens de Darién, nos territórios de Madugandí e Wargandí. Os Kuna conservam as expressões de sua cultura ancestral, entre elas os bastões nuchus, os bailes ao som das flautas pentatônicas e as famosas molas, de colorido vibrante e desenhos magistrais. Também se pode visitar o povoado Kuna-Ipetí, nas imediações de Chepo próximo à cidade do Panamá, e admirar a beleza das molas e a forma em que a trabalham, assim como outros artesanatos.
O povos Ngäbe e Buglé habitam grandes extensões montanhosas nas províncias de Chiriquí, Bocas del Toro e Veraguas. Normalmente, celebram suas cerimônias tradicionais em lugares de difícil acesso no alto das montanhas, o que contribuiu para que estejam rodeados de mistério e lenda. Quando se viaja às terras altas de Chiriquí se pode ver os Ngäbe-Buglé - ou Guaymíes, como também são chamados - nos povoados como Boquete e Cerro Punta. Em Bocas del Toro existem alguns vilarejos indígenas próximos às povoações, especialmente nas áreas costeiras. Próximo da cidade de David está a comunidade Ngäbe de Soloy, situada na cordilheira a uns 45 minutos da estrada interamericana. 
A duas horas de viagem pela estrada desde a cidade, capital há uma população de montanha localizada na cratera de um vulcão extinto. El Valle é um lugar idílico com clima perfeito em que florescem as orquídeas, crescem as árvores de tronco quadrado e procriam as rãs douradas. O lugar oferece artesanato, banhos em águas termais e caminhada na montanha. Mais perto da cidade está Campana, uma formação montanhosa de excelente clima e paisagem esplêndida, situada dentro da área protegida do Parque Nacional Altos de Campana. De Campana se pode ir até Chicá, um povoado pitoresco que oferece ao visitante a oportunidade de observar lindas espécies de aves e outros animais.   
O Azuero tem grande influência nas expressões culturais surgidas durante o período colonial, e por isso se diz que é influência da cultura crioula. Bailes tradicionais como a cumbia, o tamborito e o ponto se dançam nas festas dos povoados como Ocú, Parita, Pesé, La Villa de Los Santos, Guararé, Las Tablas ou Tonosí. Durante as celebrações, tanto homens como mulheres luzem lindos vestidos tradicionais que são um prazer à vista, enquanto cantam e dançam ao som da alegre e rítmica música nacional. Nos locais antigos das cidades também se podem visitar locais históricos, como as igrejas coloniais, cujos muros centenários ainda recebem as orações dos paroquianos.
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